Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, o ícone do futebol português, continua a reescrever os livros de recordes, agora no Campeonato do Mundo de 2026. Aos 41 anos e 132 dias, o avançado tornou-se o primeiro futebolista masculino a marcar em seis Mundiais diferentes e o defesa mais velho a iniciar um jogo na história do torneio, segundo um perfil biográfico da Britannica.
A Seleção das Quinas ocupa atualmente o segundo lugar no seu grupo do Mundial, grupo do Mundial, com cinco pontos de três jogos. A equipa tem um registo de uma vitória e dois empates, e uma diferença de golos de +5, após marcar seis golos e sofrer apenas um. Portugal está a dois pontos da líder Colômbia, mas chega a este momento após uma derrota por 1-0 frente a Espanha a 6 de julho. A forma recente mostra duas vitórias, um empate e duas derrotas nos últimos cinco encontros, incluindo duas derrotas consecutivas. O próximo desafio é um amigável frente ao País de Gales, a 24 de setembro, em casa.
Como é que Ronaldo chegou a este ponto?
A carreira de Cristiano Ronaldo começou na ilha da Madeira, onde nasceu a 5 de fevereiro de 1985. O seu pai, José Dinis Aveiro, era responsável pelo material no clube local Andorinha, e o seu nome foi inspirado no ator favorito do pai, Ronald Reagan. Aos 15 anos, foi diagnosticado com uma condição cardíaca que exigiu cirurgia, da qual recuperou totalmente. A sua primeira equipa sénior foi o Clube Desportivo Nacional da Madeira, antes de se transferir para o Sporting Clube de Portugal, onde fez a sua estreia na equipa principal em 2002.
Com 1,85 metros de altura, Ronaldo começou a sua carreira como extremo-direito antes de evoluir para um avançado completo. A sua mudança para o Manchester United em 2003 lançou-o para o estrelato global. Na temporada 2007-08, marcou 42 golos em todas as competições pelo United, ganhou a Bota de Ouro como melhor marcador europeu com 31 golos na liga e ajudou a equipa a conquistar a Liga dos Campeões. Esses feitos renderam-lhe o prémio de Jogador do Ano da FIFA, o seu primeiro de cinco prémios Ballon d'Or.
Quais foram os seus maiores sucessos no Real Madrid?
Em 2009, Ronaldo foi vendido ao Real Madrid por uma taxa de transferência recorde de 80 milhões de libras. No clube espanhol, atingiu níveis de produtividade sem precedentes. Na época 2010-11, marcou 40 golos na La Liga, um recorde na altura. Na temporada seguinte, ajudou o Real a conquistar o campeonato espanhol, marcando um recorde pessoal de 46 golos na liga. Em 2013, marcou 66 golos em 56 jogos pelo clube e pela seleção portuguesa, ganhando o seu segundo Ballon d'Or.
Os seus anos em Madrid foram marcados por uma consistência impressionante. Em 2014, marcou 52 golos em 43 jogos, liderou o Real à vitória na Liga dos Campeões e ganhou outro Ballon d'Or. Em outubro de 2015, tornou-se o melhor marcador de sempre do clube ao marcar o seu 324º golo. Conquistou a sua 11ª Liga dos Campeões com o Real em 2015-16 e, na temporada 2016-17, levou o clube ao double da Liga e da Champions, ganhando o seu quinto e último Ballon d'Or. Terminou a sua passagem por Madrid com 311 golos em 292 jogos.
O que fez depois de deixar a Espanha?
Em julho de 2018, Ronaldo assinou um contrato de quatro anos com a Juventus, num acordo avaliado em 112 milhões de euros. Na sua primeira temporada em Itália, marcou 28 golos. No entanto, o seu legado continuou a ser construído com a seleção nacional. Em 2024, atingiu um marco histórico ao tornar-se o primeiro jogador masculino a marcar 900 golos em jogos oficiais na carreira.
O seu desempenho no Mundial 2026 solidificou o seu estatuto como uma lenda viva do desporto. Ao marcar no torneio, estendeu o seu próprio recorde de participações com golos. A sua presença em campo aos 41 anos é um feito de longevidade física e mental. A equipa nacional conta com a sua experiência para a fase decisiva da competição. Os adeptos podem acompanhar o percurso da seleção na nossa página de classificações e ver os próximos desafios no calendário de jogos.
Qual é o contexto atual da seleção portuguesa?
A caminhada de Portugal no Mundial 2026 tem sido sólida, mas com desafios. A derrota frente a Espanha no início de julho foi um revés, mas a equipa mantém uma defesa forte, com apenas um golo sofrido em três jogos. A forma recente, com dois empates e duas derrotas nas últimas quatro partidas, indica uma necessidade de recuperar a consistência ofensiva. Com Ronaldo no ataque, a equipa tem sempre uma arma letal.
O próximo teste será frente ao País de Gales, um jogo importante para retomar o ritmo vitorioso antes dos decisivos encontros da fase de grupos. A equipa técnica terá de gerir o físico do veterano avançado, mas a sua influência no balneário e em campo permanece inestimável. Para analisar o contributo de todos os jogadores, consulte as estatísticas detalhadas na nossa página de estatísticas. O objetivo final é claro: aproveitar o momento histórico de Ronaldo para levar Portugal o mais longe possível no torneio.
