Portugal precisa de sorte para transformar exibição em vitória
Diogo Costa, guardião da Seleção, afirmou que a equipa portuguesa teria trocado a boa exibição por uma vitória se tivesse tido um pouco mais de sorte na derrota por 2‑1 contra a Espanha, em Dallas, nos oitavos de final da Copa do Mundo 2026.
O que aconteceu na partida contra a Espanha?
No dia 6 de julho de 2026, Portugal saiu derrotado por 2‑1 diante da Espanha. Costa destacou que a equipa criou várias oportunidades, mas faltou a bola à baliza nos momentos decisivos. "Faltou‑nos uma pontinha de sorte, uma bola muito perto da baliza", disse ao programa da RTP. A defesa manteve a postura, mas a falta de concretização acabou por custar a classificação.
Por que a falta de sorte pesa tanto?
Para o guarda‑redes, a questão vai além da técnica. "A atitude foi muito boa, muito positiva, demos o nosso melhor em termos de atitude, exigência e trabalho mental", explicou. Contudo, ele acredita que o fator sorte – como um rebote ou um desvio inesperado – pode mudar o rumo de um jogo. A falta desse elemento, segundo Costa, impediu que Portugal avançasse para as quartas‑de‑final.
Qual o impacto para a Seleção e para Costa?
A eliminação deixa a equipa e o próprio Costa muito tristes. "Estamos muito mais tristes por isso. Dói", confessou. Ele ainda ressaltou que a geração atual tem qualidade para ser campeã, mas que a realidade do torneio mostrou fragilidades na finalização. Apesar da decepção, Costa mantém o foco no presente e no futuro, afirmando que a vida continua e que o FC Porto permanece como sua prioridade no clube.
O que vem a seguir para Portugal?
Com a saída da fase de grupos, a Seleção tem tempo para analisar os erros e preparar a próxima campanha internacional. Costa acredita que, com ajustes na eficácia ofensiva, Portugal pode voltar a ser protagonista. Ele também mencionou a vontade de dedicar futuros sucessos a duas pessoas especiais, mantendo viva a motivação emocional dentro do grupo.
Como a entrevista foi recebida pelos fãs?
A declaração de Costa gerou empatia nas redes sociais, com muitos torcedores reconhecendo a frustração coletiva. Comentários elogiaram a honestidade do guarda‑redes e a sua disposição em assumir responsabilidade, ao mesmo tempo que reforçaram a esperança de que a equipa volte mais forte nos próximos torneios.
