A Seleção portuguesa foi eliminada nos oitavos de final do Mundial 2026 e, segundo o antigo técnico António Oliveira, já deve iniciar o projeto para o Mundial 2030. A derrota por 1‑0 à Espanha, decidida aos 90+1 minutos, foi o ponto de partida para o apelo de que um treinador português conduza a reconstrução da equipa.
Por que um treinador português?
Oliveira argumenta que a escolha não se baseia apenas na nacionalidade, mas no profundo conhecimento da cultura futebolística de Portugal e da identidade da seleção. “É preciso alguém que compreenda o que significa representar Portugal”, afirmou à Lusa. Ele acredita que um técnico local pode melhor equilibrar o coletivo sobre o individual, algo que faltou na campanha de 2026.
Quais são as falhas apontadas?
O ex‑selecionador destacou a falta de uma identidade ofensiva consistente. Apesar de contar com uma das gerações mais talentosas da história recente, Portugal não traduziu qualidade individual em oportunidades de golo regulares. A derrota contra a Espanha mostrou também uma “quebra de concentração” nos minutos finais, quando o gol sofrido veio em tempo de compensação.
Como será a preparação até 2030?
Oliveira recomenda que a Seleção aproveite a Liga das Nações e o Campeonato da Europa como laboratórios para construir uma equipa mais forte e unida. Ele enfatiza a necessidade de criar um estilo de jogo mais criativo e agressivo no último terço do campo. A ideia é que, ao chegar a 2030, Portugal esteja entre os favoritos ao título mundial.
Qual o contexto atual da equipa?
Nos últimos cinco jogos, Portugal registrou 3 vitórias e 2 empates, mantendo uma sequência de duas vitórias consecutivas. O último resultado foi Portugal 2‑1 Croácia (2026‑07‑02), mostrando sinais de recuperação. O próximo compromisso será contra o País de Gales, em casa, no dia 24 de setembro de 2026, um teste importante antes das competições de qualificação.
And yet, the road ahead demands more than isolated wins. Oliveira insists that the collective spirit must dominate every training session, ensuring that the squad can turn talent into trophies by 2030.
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